O CRISTÃO E O SEXO

      Quando se fala sobre sexo, é comum ouvirem-se algumas risadinhas sem graça. Na igreja, então, o assunto parece ser proibido, o simples fato de se falar sobre ele pode ser considerado pecado. Algumas igrejas têm corajosamente discutido o tema “sexualidade” com responsabilidade, sem abrir mão dos princípios da Palavra. O texto base foi montado a partir do seminário de sexualidade do Paulo Júnior, coordenador do Ministério Sal da Terra.

        Falar de sexo no meio cristão sempre foi um tabu. As várias questões que envolvem uma vida sexualmente sadia são na maioria das vezes discutidas sob a base “rasa” do “é proibido isso…”… ”…é proibido aquilo…”, sem nenhuma base bíblica que dê segurança e consciência em relação a qualquer relação restrição, impondo-se apenas condições “isso pode”, “isso não”, “isso é pecado, aquilo não”…

       Enquanto isso, de outro lado há uma realidade social totalmente deturpada em sua sexualidade. Vemos a desvalorização da virgindade, os relacionamentos são rápidos e efêmeros, a supervalorização da sexualidade que tipifica e coisifica as pessoas, várias questões sobre a masturbação, o avanço de diferentes opções sexuais, a busca a qualquer modo de satisfazer desejos individuais incentivada por uma cultura do desejo, a dissociação das famílias, a opção para se ter poucos ou nenhum filho, abusos sexuais de diferentes formas, a facilidade ao acesso a pornografia…

       Pensar que tudo isso não existe no meio evangélico é uma grande ilusão, pelo contrário, vemos grandes desafios relacionados ao sexo chegarem a ele e, por isso, nosso olhar para essas questões não pode se generalizar na simples imposição do que é certo ou errado. A pergunta que fazemos aqui é: Qual o verdadeiro significado do sexo? Porque este significado está tão corrompido no mundo e dentro da igreja? Como entender nossa sexualidade?

 Paulo Junio.

 “O que pode ou não pode dentro de uma relação sexual? Tudo o que a estimula ou que a incentiva a compõe e não pode ser considerado pecado. Mas a relação que termina sem apontar para uma possibilidade de frutificação não é completa, portanto não é sexual. Ainda que um bebê não seja gerado, ela não deixa de ser frutífera em sua plenitude, em sua motivação. Da mesma forma, se esses incrementos revelarem uma ação viciada, provavelmente podemos tratar de distorções de identidade. Se a intenção não for a de frutificar, repartir, compartilhar a vida um com o outro, não há sexo, o que há é sensualidade”.

 “É preciso entender que a sexualidade não fala só de sexo ou de beijo na boca. Toda a nossa vida é um exercício da sexualidade, no masculino ou feminino. Sexualidade não é assunto de casado. Os jovens precisam ter a consciência do amor de Deus e de como eles podem se relacionar uns com os outros expressando esse Amor”.

“Sexualidade fala da possibilidade de, ao se relacionarem, homem e mulher, experimentarem, em plenitude, os aspectos das virtudes de Deus”.

Cartaviva

Revista de Cultura e Informação Editada pelo Ministério Sal da Terra – Uberlândia- MG – Brasil | Ano 2010 Nº12

Ministério Sal da Terra

www.saldaterra.org.br

“Ninguém o despreze pelo fato de você ser jovem, mas seja um exemplo para os fiéis na palavra, no procedimento, no amor, na fé e na pureza”

I Tm 4.12

 

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Uma resposta para O CRISTÃO E O SEXO

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